Estabilidade da empregada gestante | Bruno Fuga Advogados

Notícia · 12/11/2021

Estabilidade da empregada gestante

  • 12/11/2021
  • Direito do Trabalho
  • Aniele Pissinati
Estabilidade da empregada gestante

Como forma de proteger o mercado de trabalho da mulher, bem como garantir uma gestação tranquila, a empregada gestante possui estabilidade provisória desde a confirmação da gravidez até 5 meses após o parto (Art. 10, II, “b”, ADCT). Esse direito foi estendido também às empregadas domésticas (Art. 25, parágrafo único, LC n.º 150/2015).

O desconhecimento da gravidez pelo empregador não afasta o direito à estabilidade. Mesmo que a empregada desconhecer sua gravidez na data da dispensa sem justa causa, mas, após exame médicos, ficar devidamente comprovado seu estado gravídico, terá direito à reintegração.

A empregada somente perderá o direito à estabilidade se cometer falta grave, prevista no Art. 482 da CLT.